Editorial
A cada instante deparamo-nos
com a possibilidade da escolha. Nosso cotidiano é marcado
por escolhas, sejam elas simples ou complexas.
Escolhemos desde nosso despertar até nosso adormecer. Escolhemos a hora
em que iremos acordar, qual o café da manhã que iremos tomar, a
maneira como iremos fazê-lo, se iremos saboreá-lo lentamente ou
não, escolhemos a roupa que vestiremos e também a maneira de vesti-la.
Podemos escolher tudo.
O grande problema é que muitas vezes deixamos de ter a consciência
da escolha, instalamos nosso “piloto automático” e apenas
sobrevivemos. E fica ainda pior quando delegamos a outra pessoa este nosso poder.
Quantas vezes já ouvimos justificativas para nossas atitudes indesejáveis,
como “meu marido, minha filha, meus pais, meu chefe...” Esta lista,
que parece interminável, é bastante frequente nos dias atuais,
sobretudo as justificativas para a falta de tempo.
Assim, cuidar e educar um filho passa a ser responsabilidade de outros e na maioria
das vezes a atribuição volta-se para a escola, que também
passa a ser responsabilizada pelos fracassos da pessoa em formação.
Escolher manter o relacionamento ou finalizá-lo precisa ser repartido
com o outro, no mínimo temos o direito e o dever de escolhermos 50% deste
processo. Somos responsáveis por todas as nossas escolhas. Se ajudamos,
se colaboramos, se cativamos, se sorrimos, se perseguimos, se obsediamos ou somos
obsessores, se perseguimos, se causamos incômodo, se somos desprezados
ou desprezamos, se amamos, se conectamos, se... tudo. Enfim, resta-nos apenas
assumir a responsabilidade por nossas pequenas grandes escolhas. Embora seja
bem mais fácil delegar nossas escolhas ao outro e esquecermos que as consequências
serão vivenciadas por nós.
Abaixo os links das reportagens:
Destaque:
Pequenos conhecimentos musicais, por
Ivo Sandry Junior (aluno da AADV-PC, 84 anos)
Cresce
o número de participantes dos Jogos Paraolímpicos
Escolares, por Eraldo Sandi dos
Santos