Recebendo as mesmas oportunidades
diante da vida
FERNANDO BRITO NARCISO (13 ANOS,
ALUNO DA AADV-PC,DT)
A inclusão social tem
sido muito defendida na atualidade.
Não só porque é garantida por lei, mas
também
pelo desempenho das pessoas a fim de tornar
o mundo melhor para quem tem alguma debilidade.
Inclusão não é somente ajudar com bens
materiais,
mas sim com afeto, amor, carinho e cuidados. Não é
porque uma pessoa tem uma deficiência que ela
seja inútil, ela tem muito potencial e, cima de tudo,
muita fé e força de vontade de superar suas limitações
.
Devemos sempre fazer o melhor para essas pessoas
incríveis, pois elas vão nos surpreender. É
difícil pensarmos que pessoas são excluídas
do
meio social em razão das características físicas
que
possuem, como cor da pele, cor dos olhos, altura,
peso e formação física. Já nascemos
com essas características
e não podemos, de certa forma, ser
culpados por tê-las.
A inclusão está ligada a todas as pessoas que
não
têm as mesmas oportunidades dentro da sociedade.
Mas os excluídos socialmente são também
os
que não possuem condições financeiras
dentro dos
padrões impostos pela sociedade, além dos idosos,
os negros e os portadores de deficiências físicas,
como cadeirantes, deficientes visuais, auditivos e
mentais. Existem as leis específicas para cada área,
como a das cotas de vagas nas universidades, em
relação aos negros, e as que tratam da inclusão
de
pessoas com deficiência no mercado de trabalho.
A princípio, os portadores de necessidades especiais
ganharam alguma liberdade através das rampas,
que permitiram maior acesso às escolas, igrejas,
bares e restaurantes, teatros, cinemas, meios de
transporte, etc. Aos poucos, o mundo foi se remodelando
para dar-lhes maiores oportunidades.
Nossa cultura tem uma experiência pequena em
relação à inclusão social, com
pessoas que ainda criticam
a igualdade de direitos e não querem cooperar
com aqueles que fogem dos padrões de normalidade
estabelecidos por um grupo que é maioria. E, diante
dos olhos deles, também somos diferentes.
E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais
quando essas pessoas são colocadas em um grupo
que as aceite, pois nos acrescentam valores morais
e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos
direitos e recebendo as mesmas oportunidades
diante da vida
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